‘Àquele que fez o céu, o mar e a fonte das águas’
É bom poder voltar aqui e compartilhar com vocês, amigos, os desafios que Deus tem nos proporcionado. São muitas atividades, muitos projetos e muitos sonhos também. E o melhor de participar disso tudo é poder co-criar com Deus e escrever novas histórias...
Nosso desafio agora é lá no centro do Brasil, no Mato Grosso. A Eted (Escola de Treinamento e Discipulado), a qual sou obreira, foi desafiada a servir por dois meses numa das regiões mais belas do Brasil: o Pantanal.
Em meio a toda beleza da Criação, à diversidade da fauna e da flora presente nesta região, vamos também com o intuito de levar e refletir o amor de Deus aos povos ribeirinhos, ao humilde povo pantaneiro daquele lugar.
Nosso destino é a comunidade de São Pedro de Joselândia, que fica no município de Barão de Melgaço, a 180 km de Cuiabá. Segundo relatos de outros missionários, lá é uma região bastante carente, marcada pela idolatria e pelo alto índice de abuso de drogas e prostituição.
É uma terra muito sofrida, mas que possui um povo hospitaleiro e amado, muito amado por Deus. Estamos, neste tempo, buscando o coração de Deus por estratégias para alcançar e abençoar, de alguma forma, esta comunidade e queremos te incluir nesse grande propósito que primeiramente não é nosso, mas de Deus!
Vamos com uma equipe de 10 pessoas (Duas obreiras e oito alunos) e precisamos muito de suas orações e apoio financeiro. Os desafios estão relacionados abaixo e caso queira saber mais informações, entre em contato conosco: eted@jocumvitoria.org ou fabiana.tostes@hotmail.com
Desafios:
Ida: 21 de abril de 2010 (previsão)
Retorno: 15 de junho de 2010 (previsão)
Passagens de avião Vitória – Cuiabá –Vitória: R$ 512,64. (Pela Gol. Essa é uma previsão. Como ainda não compramos as passagens corremos o risco do valor aumentar à medida que a data da viagem se aproxima. Optamos por avião porque as passagens de ônibus são mais caras e a viagem dura mais de 30 horas).
Passagem Cuiabá – São Pedro de Joselândia – Cuiabá: R$ 100,00. (Essa viagem é feita por terra e por água, de trator e de barco).
Hospedagem: R$ 45,00 (Previsão. O que equivale ao aluguel da casa em que vamos morar durante o período prático no Pantanal).
Alimentação e gastos extras: R$ 100,00 (É o mínimo que precisamos para nos manter durante os dois meses. Precisamos de um valor extra para emergências e para a alimentação da equipe, caso a gente não consiga doações de alimentos).
Precisamos levar: Bota estilo galoxa (por causa da lama e da incidência de cobras), repelentes, remédios, rede, roupas de tactel, produtos de higiene e dinheiro para gastos pessoais.
Como ajudar?
Ore e dê uma lida em nossa lista de desafios. Tenho certeza que Deus te guiará para ajudar de alguma forma, seja por meio da sua oração, da sua influência ou da sua oferta. Queremos levar você conosco para o Pantanal e juntos, levar o Reino de Deus para lá.
Obrigada por mais uma vez sonhar comigo os sonhos de Deus!
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
MENINA, PORQUE NÃO SORRI?
Menina, porque não sorri?
Por que seu olhar não brilha mais?
Por que não se alegra com aquilo que faz?
Por que seu coração sempre pede mais?
Menina, porque não sorri?
O que você busca que ainda não tem?
O que você possui que não te faz bem?
O que é que ainda te mantém refém?
Menina, porque não sorri?
O que te deixa tão triste assim?
Que angústia é essa que parece não ter fim?
Por que não diz, por que não diz pra mim?
Menina, porque não sorri?
Por que te incomodas com o que é pequeno?
Por que deixa sua doçura virar veneno?
Por que se transformou em alguém que não conheço?
Menina, porque não sorri?
Será que é tudo isso e você não vê?
Que não adianta mais se esconder?
Que isso só irá te fazer sofrer?
Menina, porque não sorri?
Por que não se abre para a cura?
Por que rejeitas a minha ajuda?
Por que se apega à amargura?
Menina, porque não sorri?
Por que teus olhos estão sempre a chorar?
Por que me impede de te amar?
Por que não vem pros meus braços se acalmar?
Menina, porque não sorri?
Por que me priva do teu sorriso?
Por que não me deixa enrolar novamente seus cachichos?
Por que tão longe, tão longe do meu carinho?
Menina, porque não sorri?
Essa faz parte da minha outra série: 'Escrevo melhor quando estou triste!'
Por que seu olhar não brilha mais?
Por que não se alegra com aquilo que faz?
Por que seu coração sempre pede mais?
Menina, porque não sorri?
O que você busca que ainda não tem?
O que você possui que não te faz bem?
O que é que ainda te mantém refém?
Menina, porque não sorri?
O que te deixa tão triste assim?
Que angústia é essa que parece não ter fim?
Por que não diz, por que não diz pra mim?
Menina, porque não sorri?
Por que te incomodas com o que é pequeno?
Por que deixa sua doçura virar veneno?
Por que se transformou em alguém que não conheço?
Menina, porque não sorri?
Será que é tudo isso e você não vê?
Que não adianta mais se esconder?
Que isso só irá te fazer sofrer?
Menina, porque não sorri?
Por que não se abre para a cura?
Por que rejeitas a minha ajuda?
Por que se apega à amargura?
Menina, porque não sorri?
Por que teus olhos estão sempre a chorar?
Por que me impede de te amar?
Por que não vem pros meus braços se acalmar?
Menina, porque não sorri?
Por que me priva do teu sorriso?
Por que não me deixa enrolar novamente seus cachichos?
Por que tão longe, tão longe do meu carinho?
Menina, porque não sorri?
Essa faz parte da minha outra série: 'Escrevo melhor quando estou triste!'
sexta-feira, 5 de março de 2010
'Sequenãoseja'
Se me julgar, que não seja pelos meus amores...
Se me amparar, que não seja pelas minhas dores...
Se comigo andar, que não seja pelos meus temores...
Se me ofender, que não seja pra valer...
Se vier a mim, que não seja pra partir...
Se tiver dó, que não seja por mim só...
Se acontecer, que não seja por acaso...
Se acabado, que não seja por você...
Se eu morrer, que não seja do teu lado...
Se for a nado, que não seja para eu ver...
Se for falar, que não seja pra iludir...
Se for lutar, que não seja pra ferir...
Se for amar, que não seja pra mentir...
Se for viver, que não seja só por ti...
Da minha série: ‘Um dia eu ainda viro uma escritora!’...rs...
Se me amparar, que não seja pelas minhas dores...
Se comigo andar, que não seja pelos meus temores...
Se me ofender, que não seja pra valer...
Se vier a mim, que não seja pra partir...
Se tiver dó, que não seja por mim só...
Se acontecer, que não seja por acaso...
Se acabado, que não seja por você...
Se eu morrer, que não seja do teu lado...
Se for a nado, que não seja para eu ver...
Se for falar, que não seja pra iludir...
Se for lutar, que não seja pra ferir...
Se for amar, que não seja pra mentir...
Se for viver, que não seja só por ti...
Da minha série: ‘Um dia eu ainda viro uma escritora!’...rs...
Simples! Simples assim...
Minha sandália é de couro
Meu vestido é de chita
Meu laço é de papel
Meu cinto é de conchinha!
Meu coração é de manteiga
Minha conversa é curta
Meu sorriso é torto
Minha vida é dura!
Minha unha é encravada
Minha caneta é sem tampa
Meu mundo é engraçado
Meu cabelo me espanta!
Meu humor é oscilante
Meu caminho é sagaz
Meu tudo é num instante
Meu desejo? Ser só eu e ninguém mais!
Meu vestido é de chita
Meu laço é de papel
Meu cinto é de conchinha!
Meu coração é de manteiga
Minha conversa é curta
Meu sorriso é torto
Minha vida é dura!
Minha unha é encravada
Minha caneta é sem tampa
Meu mundo é engraçado
Meu cabelo me espanta!
Meu humor é oscilante
Meu caminho é sagaz
Meu tudo é num instante
Meu desejo? Ser só eu e ninguém mais!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Uma poesia...
Ahh, quem me dera ter nascido uma poesia...
E ter os meus anos transformados em rimas,
Minhas vivências em versos singelos para combinar!
Quem me dera se meus passos fossem sílabas contadas,
Com linhas descritas e ordenadas
Perfeitas, sem nenhuma chance de errar!
Quem me dera se tivesse vírgulas para separar meus pensamentos
E palavras tão leves como o vento
Que um ponto final não as impedisse de voar!
Quem me dera se a vida não terminasse com a morte
Como a poesia não termina com a estrofe
E deixa livre aquela que vive a sonhar!
(Fabiana Tostes)
E ter os meus anos transformados em rimas,
Minhas vivências em versos singelos para combinar!
Quem me dera se meus passos fossem sílabas contadas,
Com linhas descritas e ordenadas
Perfeitas, sem nenhuma chance de errar!
Quem me dera se tivesse vírgulas para separar meus pensamentos
E palavras tão leves como o vento
Que um ponto final não as impedisse de voar!
Quem me dera se a vida não terminasse com a morte
Como a poesia não termina com a estrofe
E deixa livre aquela que vive a sonhar!
(Fabiana Tostes)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Alcides e o Mundo
Eram 22 hs de domingo e eu acabava de colocar meu prato de janta no microondas quando uma notícia no Fantástico chamou minha atenção. Tinha acabado de chegar de uma igreja longe e o que eu menos queria fazer era parar em frente à TV, havia decidido jantar e ir dormir. Mas, os apresentadores começaram a falar de uma série que eles tinham produzido em 2007 chamada ‘Felicidade’ e de uma mulher, uma catadora de papelão, que havia traduzido muito bem o que era isso.
Não me lembro o nome da catadora, mas lembro do filho dela: Alcides. E a razão de sua felicidade era devido ao seu filho ter passado no vestibular para Biomedicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela pulava de alegria diante das câmeras e do resultado do vestibular, fixado no muro da faculdade.
Ela tinha razão de estar feliz! No nosso país, onde boa educação é para poucos e educação superior para pouco menos ainda, colocar um filho dentro de uma faculdade federal é um privilégio e tanto. Ainda mais ela, moradora do subúrbio, negra, catadora de papel, sem marido, que nunca teve condições de pagar uma escola particular... É, ela tinha razão de estar feliz.
Na época, tanto ela como o filho foram entrevistados e Alcides se tornou um ícone em todo país da inclusão social. Ele estava realizando seu grande sonho de ser, um dia, médico. Uma inspiração para outros na sua idade e até mesmo para seus outros irmãos, que passaram a estudar com diligência para também conseguir chegar lá.
Mas a reportagem não terminaria aí... A cena daquela mulher, que outrora pulava de alegria, era agora de tristeza. Na última sexta-feira, Alcides voltava da faculdade e já entrava em sua casa quando foi baleado com dois tiros na cabeça. Os assassinos, dois jovens rapazes, o confundiram com outra pessoa, atiraram e fugiram. Alcides chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu... Ali acabava o sonho de Alcides. Ali acabava a alegria de uma mãe.
A catadora mal podia ficar em pé diante do caixão do filho, morto. O reitor, os colegas de faculdade, a comunidade onde morava, todos tentaram ampará-la. Mas que humano pode consolar uma mãe que perde o filho, seu orgulho, seu tesouro? A reportagem terminou com a cena da terra sendo jogada em cima do caixão.
A notícia não durou mais de três minutos, mas foi suficiente para inundar de lágrimas meu prato de arroz, feijão e frango frito, que virou ensopado. Fui comer na cozinha para que meus pais não me vissem chorando e de lá sussurrei sozinha: ‘Por que?!’
Que mundo é esse tão mau que nós vivemos? Que mundo é esse que assassina cruelmente seus jovens mais promissores? Que mundo é esse que faz com que mães tão franzinas e tão batalhadoras sofram tanto? Que mundo é esse que deixa impune quem pratica tamanha maldade? Que mundo é esse cheio de tristeza, amargura e dor?
Em meio ao meu choro solitário e solidário olhei pros céus, que aqui foram representados pelo teto gorduroso da minha cozinha, e desejei mesmo ir embora desse mundo. “Não tem mais jeito! Não adianta, quanta injustiça!” foi o que me veio ao coração. Mas tão rápido quanto este pensamento foi o seguinte, que me surpreendeu: “Porque Deus amou o mundo (sim, esse mesmo mundo) de tal maneira...”.
Está vendo este mundo podre, cheio de mazelas, dor, injustiça e crueldade em que vivemos? Ele mesmo é alvo do amor de Deus. Deus o amou e deu o seu único Filho para salvá-lo. Não sei para você, mas é difícil para mim compreender tamanho amor. Eu, no lugar daquela catadora, não conseguiria sequer olhar para os assassinos que roubaram a vida do Alcides. Já Deus entregou seu filho à morte para que eu, a catadora, o Alcides, os dois assassinos e o mundo inteiro tivéssemos vida para sempre.
É preciso não sair daqui. É preciso ficar nesse mundo e lutar. Lutar por mudanças, lutar por justiça, lutar por amor. É preciso chorar, sentir a dor, deixar o nosso coração queimar para nos motivar a viver com um propósito, por um ideal e, se preciso for, dar a vida por isso. Sei que a comoção que sinto agora amanhã estará bem menor, mas é preciso não esquecer. Não colocar a cabeça no travesseiro e dormir como se a história do Alcides fosse só mais uma entre tantas... Na verdade, ela é mais uma, mas que hoje para nós ela seja suficiente para nos transformar e nos fazer transformar o mundo ao nosso redor.
Não me lembro o nome da catadora, mas lembro do filho dela: Alcides. E a razão de sua felicidade era devido ao seu filho ter passado no vestibular para Biomedicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela pulava de alegria diante das câmeras e do resultado do vestibular, fixado no muro da faculdade.
Ela tinha razão de estar feliz! No nosso país, onde boa educação é para poucos e educação superior para pouco menos ainda, colocar um filho dentro de uma faculdade federal é um privilégio e tanto. Ainda mais ela, moradora do subúrbio, negra, catadora de papel, sem marido, que nunca teve condições de pagar uma escola particular... É, ela tinha razão de estar feliz.
Na época, tanto ela como o filho foram entrevistados e Alcides se tornou um ícone em todo país da inclusão social. Ele estava realizando seu grande sonho de ser, um dia, médico. Uma inspiração para outros na sua idade e até mesmo para seus outros irmãos, que passaram a estudar com diligência para também conseguir chegar lá.
Mas a reportagem não terminaria aí... A cena daquela mulher, que outrora pulava de alegria, era agora de tristeza. Na última sexta-feira, Alcides voltava da faculdade e já entrava em sua casa quando foi baleado com dois tiros na cabeça. Os assassinos, dois jovens rapazes, o confundiram com outra pessoa, atiraram e fugiram. Alcides chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu... Ali acabava o sonho de Alcides. Ali acabava a alegria de uma mãe.
A catadora mal podia ficar em pé diante do caixão do filho, morto. O reitor, os colegas de faculdade, a comunidade onde morava, todos tentaram ampará-la. Mas que humano pode consolar uma mãe que perde o filho, seu orgulho, seu tesouro? A reportagem terminou com a cena da terra sendo jogada em cima do caixão.
A notícia não durou mais de três minutos, mas foi suficiente para inundar de lágrimas meu prato de arroz, feijão e frango frito, que virou ensopado. Fui comer na cozinha para que meus pais não me vissem chorando e de lá sussurrei sozinha: ‘Por que?!’
Que mundo é esse tão mau que nós vivemos? Que mundo é esse que assassina cruelmente seus jovens mais promissores? Que mundo é esse que faz com que mães tão franzinas e tão batalhadoras sofram tanto? Que mundo é esse que deixa impune quem pratica tamanha maldade? Que mundo é esse cheio de tristeza, amargura e dor?
Em meio ao meu choro solitário e solidário olhei pros céus, que aqui foram representados pelo teto gorduroso da minha cozinha, e desejei mesmo ir embora desse mundo. “Não tem mais jeito! Não adianta, quanta injustiça!” foi o que me veio ao coração. Mas tão rápido quanto este pensamento foi o seguinte, que me surpreendeu: “Porque Deus amou o mundo (sim, esse mesmo mundo) de tal maneira...”.
Está vendo este mundo podre, cheio de mazelas, dor, injustiça e crueldade em que vivemos? Ele mesmo é alvo do amor de Deus. Deus o amou e deu o seu único Filho para salvá-lo. Não sei para você, mas é difícil para mim compreender tamanho amor. Eu, no lugar daquela catadora, não conseguiria sequer olhar para os assassinos que roubaram a vida do Alcides. Já Deus entregou seu filho à morte para que eu, a catadora, o Alcides, os dois assassinos e o mundo inteiro tivéssemos vida para sempre.
É preciso não sair daqui. É preciso ficar nesse mundo e lutar. Lutar por mudanças, lutar por justiça, lutar por amor. É preciso chorar, sentir a dor, deixar o nosso coração queimar para nos motivar a viver com um propósito, por um ideal e, se preciso for, dar a vida por isso. Sei que a comoção que sinto agora amanhã estará bem menor, mas é preciso não esquecer. Não colocar a cabeça no travesseiro e dormir como se a história do Alcides fosse só mais uma entre tantas... Na verdade, ela é mais uma, mas que hoje para nós ela seja suficiente para nos transformar e nos fazer transformar o mundo ao nosso redor.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Enquanto é dia...
“Enquanto é dia, precisamos realizar a obra daquele que me enviou. A noite se aproxima, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” – Jo 9: 4-5.
Sim. Estamos em 2010! Eu não senti passar, mas já estamos precisamente no fim do primeiro mês do novo ano. Depois das tradicionais festas de fim de ano, olhei para 2010 e apresentei a ele as minhas expectativas. E ele olhou pra mim e me apresentou o trabalho, muito trabalho... E eis me aqui para compartilhar com vocês um pouquinho do que tem sido esse ano, que promete muito...
Aproveitei meu tempo de férias para estar mais próxima da igreja onde congrego. Iniciei uma série de estudos e implantamos um novo ministério, a Rede Ministerial. Seu objetivo é ajudar cada um a descobrir seus dons e encontrar sua vocação no Reino de Deus e Corpo de Cristo. Iniciar e dar asas a este ministério tem sido fascinante e desafiador. É maravilhoso ver pessoas caminhando em direção ao chamado de Deus e ao mesmo tempo é cansativo e penoso devido, sobretudo, à batalha espiritual que enfrento em cada reunião. Saio exausta, mas vale a pena!
Deus me direcionou a continuar na base de Jocum Vitória neste semestre e investir na área de Comunicação e Pesquisa, além de ajudar no desenvolvimento comunitário das mulheres de Flexal 2. Temos um grupo de 30 mulheres cadastradas que, a cada terça-feira, recebem alimentos de doação, oração e um tempo de dicas e conversa. Creio que ainda é muito pouco o que temos feito por elas, mas com certeza já é um começo e temos visto resultados. Nosso grande desafio com as mulheres da comunidade é o de tirá-las do alcoolismo. Ano passado levamos representantes do AA, que deram palestras, e já há quem queira fazer o tratamento.
Esse semestre também me comprometi a auxiliar na realização de mais uma Escola de Treinamento e Discipulado (Eted). Trata-se de uma escola de iniciação missionária, com duração de 5 meses, começa segunda-feira e por enquanto temos 9 alunos. Deus nos direcionou a termos uma escola transcultural, então, por isso parte dela será realizada numa comunidade que apresente uma cultura diferente da nossa. Pode ser aqui no Brasil ou fora. Temos orado e Deus tem trazido muitas ideias e desafios ao nosso coração, a forma que poderemos servir à nossa e a outras nações também, levando o Reino de Deus para tudo e para todos.
Agora em janeiro também aconteceu, em nossa base, um acampamento missionário para crianças e adolescentes, o que chamamos de campanha de King’s Kids. Tivemos 40 participantes, que aprenderam muito durante as ministrações e que ainda puderam compartilhar, doando-se na comunidade. Famílias de Flexal 2 receberam cestas básicas, janelas, roupas de cama e até um dia de beleza. Foi muito legal!
É... Muito trabalho! E confesso que tenho estado um pouco cansada. Mas Deus falou muito comigo através do texto de João, aquele que está lá em cima. Sabe, enquanto é dia, enquanto temos força, enquanto temos tempo, enquanto temos vida, façamos a vontade do Pai! Que nosso desejo enquanto estivermos nesse mundo seja o de ser luz, assim como foi Jesus, assim como Ele nos ensinou. Que Deus nos abençoe nessa nova jornada!
Alguns motivos de oração:
•Preciso mesmo receber força e graça do Senhor. Cansada, do jeito que estou, não terei ânimo pra tocar os projetos pra frente. E o ano só está começando...
•Ainda preciso de uma filmadora para dar início aos projetos de levar o Reino de Deus de forma visual.
•Minha família precisa conhecer a Deus, conhecer de verdade, plenamente...
•Preciso de um sustento financeiro maior para continuar como missionária em tempo integral. Moradia, alimentação, transporte, comunicação e higiene pessoal são compromissos mensais que eu tenho que arcar.
•Por projetos futuros e sonhos que Deus tem colocado no meu coração;
•Pela Eted, pelo projeto com Mulheres, pela área de Comunicação e Pesquisa.
E se vc quiser me ajudar mais...
Conta Poupança: 3990-0 operação: 013
Agência: 1034
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Sim. Estamos em 2010! Eu não senti passar, mas já estamos precisamente no fim do primeiro mês do novo ano. Depois das tradicionais festas de fim de ano, olhei para 2010 e apresentei a ele as minhas expectativas. E ele olhou pra mim e me apresentou o trabalho, muito trabalho... E eis me aqui para compartilhar com vocês um pouquinho do que tem sido esse ano, que promete muito...
Aproveitei meu tempo de férias para estar mais próxima da igreja onde congrego. Iniciei uma série de estudos e implantamos um novo ministério, a Rede Ministerial. Seu objetivo é ajudar cada um a descobrir seus dons e encontrar sua vocação no Reino de Deus e Corpo de Cristo. Iniciar e dar asas a este ministério tem sido fascinante e desafiador. É maravilhoso ver pessoas caminhando em direção ao chamado de Deus e ao mesmo tempo é cansativo e penoso devido, sobretudo, à batalha espiritual que enfrento em cada reunião. Saio exausta, mas vale a pena!
Deus me direcionou a continuar na base de Jocum Vitória neste semestre e investir na área de Comunicação e Pesquisa, além de ajudar no desenvolvimento comunitário das mulheres de Flexal 2. Temos um grupo de 30 mulheres cadastradas que, a cada terça-feira, recebem alimentos de doação, oração e um tempo de dicas e conversa. Creio que ainda é muito pouco o que temos feito por elas, mas com certeza já é um começo e temos visto resultados. Nosso grande desafio com as mulheres da comunidade é o de tirá-las do alcoolismo. Ano passado levamos representantes do AA, que deram palestras, e já há quem queira fazer o tratamento.
Esse semestre também me comprometi a auxiliar na realização de mais uma Escola de Treinamento e Discipulado (Eted). Trata-se de uma escola de iniciação missionária, com duração de 5 meses, começa segunda-feira e por enquanto temos 9 alunos. Deus nos direcionou a termos uma escola transcultural, então, por isso parte dela será realizada numa comunidade que apresente uma cultura diferente da nossa. Pode ser aqui no Brasil ou fora. Temos orado e Deus tem trazido muitas ideias e desafios ao nosso coração, a forma que poderemos servir à nossa e a outras nações também, levando o Reino de Deus para tudo e para todos.
Agora em janeiro também aconteceu, em nossa base, um acampamento missionário para crianças e adolescentes, o que chamamos de campanha de King’s Kids. Tivemos 40 participantes, que aprenderam muito durante as ministrações e que ainda puderam compartilhar, doando-se na comunidade. Famílias de Flexal 2 receberam cestas básicas, janelas, roupas de cama e até um dia de beleza. Foi muito legal!
É... Muito trabalho! E confesso que tenho estado um pouco cansada. Mas Deus falou muito comigo através do texto de João, aquele que está lá em cima. Sabe, enquanto é dia, enquanto temos força, enquanto temos tempo, enquanto temos vida, façamos a vontade do Pai! Que nosso desejo enquanto estivermos nesse mundo seja o de ser luz, assim como foi Jesus, assim como Ele nos ensinou. Que Deus nos abençoe nessa nova jornada!
Alguns motivos de oração:
•Preciso mesmo receber força e graça do Senhor. Cansada, do jeito que estou, não terei ânimo pra tocar os projetos pra frente. E o ano só está começando...
•Ainda preciso de uma filmadora para dar início aos projetos de levar o Reino de Deus de forma visual.
•Minha família precisa conhecer a Deus, conhecer de verdade, plenamente...
•Preciso de um sustento financeiro maior para continuar como missionária em tempo integral. Moradia, alimentação, transporte, comunicação e higiene pessoal são compromissos mensais que eu tenho que arcar.
•Por projetos futuros e sonhos que Deus tem colocado no meu coração;
•Pela Eted, pelo projeto com Mulheres, pela área de Comunicação e Pesquisa.
E se vc quiser me ajudar mais...
Conta Poupança: 3990-0 operação: 013
Agência: 1034
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